terça-feira, 2 de setembro de 2014

Utilizando o Voki...

Prezados colegas, o post da semana é uma utilização do voki, um programa da plataforma www2 para a criação de avatar com muitos recursos.


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Fazendo uma reflexão sobre a Matemática

Hoje resolvemos fazer uma reflexão sobre a Matemática, através do nosso blog.
Tema: Matemática - Que ciência é esta?
Objetivos: Fazer uma reflexão a Matemática enquanto Ciência, Língua e Linguagem.
Metodologia: Assistir a apresentação no Prezi sobre o conceito de Matemática sob diversas abordagens.
Avaliação: Faça um comentário sobre o tema abordado.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Como surgiu o grau, minuto e segundo na Geometria?

Olá pessoal!

Antes de começar a pesquisar sobre o tema abaixo, clique no ícone que eu tenho um recadinho para você.

Tema: Como Surgiu o grau, minuto e segundo na Geometria?

Objetivo Geral:
Conhecer como surgiram as denominações grau, minuto e segundo para medir ângulos.

Objetivos Específicos:
1)Pesquisar sobre a origem do grau, minuto e segundo e qual a sua relação com as horas do dia.
2)Produzir uma apresentação no Editor de Apresentações, utilizando os recursos de áudio e vídeo.
3)Entender como os conceitos surgem na Geometria.

Desenvolvimento:
O aluno deverá pesquisar em livros e/ou na internet sobre o tema proposto.
Ao término da pesquisa, o aluno deverá produzir uma apresentação sobre o tema pesquisa. O arquivo digital deverá ser entregue ao professor, na data marcada.

Avaliação:
O valor do trabalho será de 0(zero) a 2(dois), conforme o material produzido pelo aluno. O aluno também fará uma breve explanação relatando como foi feita a pesquisa.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

A Tecnologia Educacional e a formação docente...

Um dos grandes obstáculos para a inserção das tecnologias na escola, é  a falta de formação docente. A maioria dos professores são receosos quanto a utilização de tecnologias,  vou listar dois entre vários motivos:
1º) Desconhecer o emprego correto do recurso tecnológico na sua disciplina;
2º) Medo de "saber menos que muitos alunos".

Existem inúmeros outros fatores que impedem que os recursos tecnológicos façam parte do cotidiano escolar,que vão desde leis que impedem que os alunos utilizem de smartphones e tablets nas escolas em nosso município até  a questão de conscientização do uso correto destes aparelhos pelos alunos.

A seguir temos um material muito interessante sobre a Tecnologia Educacional e a formação docente.

tecnologia-educacional-458 by Lenusca Santos


 Até a próxima!

Vitório

Será que ensinamos a Matemática necessária aos nossos alunos???

Será a Matemática ensinada aos nossos é a certa sob o ponto de vista deles? Ou nós, professores que achamos isto?

Bem, este é um tema polêmico e que nos leva a fazer reflexões de quais competências esperamos do nosso aluno ao término de cada ano letivo, de cada conteúdo ensinado, dentro na nossa disciplina.

O vídeo abaixo, mostra o desespero de uma aluna que só queria aprender quanto é 2 + 2.
Ao mesmo tempo mostra como os recursos tecnológicos podem e devem ser introduzidos nas aulas de Matemática.

Vamos conferir e espero comentários sobre o assunto!


Vitório

Trabalhando com o Picmonkey...

Esta semana trabalhamos com a edição de imagens com o Picmonkey, um editor de imagens on line, muito fácil de utilizar.
A seguir a imagem original sobre a Matemática.

Já a seguir temos a mesma imagem, já utilizando os recursos do editor de imagens citado acima. Foram modificadas cores e texturas.

Projeto descobrindo a Matemática com o Donald

O projeto Descobrindo a Matemática com o Donald, é baseado no filme “O Pato no país da Matemágica” e tem por finalidade mostrar ao aluno que a Matemática está presente na natureza pelas suas formas geométricas  e pelos seus cálculos. Após assistir o desenho animado que tem em torno de 27 minutos, os alunos responderam um questionário  sobre o filme e foi feito um debate em sala sobre a presença da Matemática no dia-a-dia na escola e na vida. O projeto foi desenvolvido nas turmas do 9º ano da E.M. Professora Tânia Ávila.



domingo, 13 de abril de 2014

Sarau literário - Nelson Mandela



Projeto Sarau literário



Tema do Projeto:

Nelson Mandela

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor da sua pele, por sua origem, ou ainda por sua religião. Para odiar as pessoas precisam aprender; e, se podem aprender a odiar, podem aprender a amar”
Nelson Mandela

Apresentação:

A história da violência que chega até a escola é um reflexo do que ocorre em nossa sociedade, onde os valores, são na maioria deturpados. Há que se lutar cada vez mais, não só em âmbito local, mas no mundo inteiro, para que prevaleça a paz que vem da justiça, a ordem que vem da igualdade, a política que vem da verdade, a sociedade que vem da solidariedade: um esforço conjunto de pessoas, de professores e alunos que apostam e acreditam na paz deixam claro o conteúdo deste projeto.

Um grande destaque em nossa história é Nelson Mandela, pacifista e ex-presidente sul africano que liderou o movimento contra o apartheid (significa vidas separadas em africano), era um regime segregacionista que negava aos não brancos (indianos, malaios, mestiços, árabes e, especialmente, negros) da África do Sul os direitos sociais, econômicos e políticos. No regime do apartheid o governo era controlado pelos brancos de origem européia (holandeses e ingleses), que criavam leis e governavam apenas para os interesses dos brancos. Aos não brancos eram impostos várias leis, regras e sistemas de controles sociais.

O líder sul-africano Nelson Mandela foi um dos mais importantes sujeitos políticos atuantes contra o processo de discriminação instaurado pelo apartheid, na África do Sul, e se tornou um ícone internacional na defesa das causas humanitárias.

Lutou pela aproximação do seu povo, para alcançar a paz e quebrar diferenças racionais. Por tudo isso ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1993.

Por ser um grande destaque pela paz no mundo, será homenageado pelo Centro Educacional Azeredo Corrêa.

Sobre Nelson Mandela
Nelson RolihlahlaDalibhunga Mandela nasceu em julho de 1918, em Umtata, na África do Sul. Iniciou seus estudos em Direito, na Universidade de Fort Hare, exclusiva para negros, de onde foi expulso após liderar uma greve de estudantes.

Na cidade de Joanesburgo, trabalhou em um escritório de advocacia e fez um curso de Direito por correspondência, conseguindo sua graduação, em 1942, pela Universidade de Pretória.

Disposto a lutar por uma sociedade mais justa e igualitária para os negros, Mandela ingressou no CNA (Congresso Nacional Africano), organização que lutava por direitos iguais para a população negra, contra o regime de Apartheid. 

O Apartheid, em língua africâner, significa separação e descreve a rígida divisão racial entre a minoria branca governante e a maioria negra. Este sistema garantia que brancos tivessem mais direitos e oportunidades do que negros.

Enquanto os negros perdiam seus direitos, Mandela abria um escritório de advocacia para defendê-los em 1952, de onde lidera uma campanha de desobediência civil as leis racistas. 

Após o Massacre de Shaperville, em 1960, realizado pela polícia sul-africana contra manifestantes negros e intensas manifestações populares, sempre reprimidas de forma violenta pelas autoridades, o governo da África do Sul decretou a prisão de Mandela e outros líderes.     

O CNA e outras entidades de luta pelos direitos dos negros foram proibidas, mas em 1961 surgiu a “Lança da Nação”, organização especializada em sabotagens, tendo Mandela como primeiro comandante.

Precisando de apoio financeiro para a organização e buscando melhor treinamento militar, Mandela deixa a África do Sul, em 1962; quando retorna no mesmo ano, é preso e condenado a cinco anos de prisão.  

No final de 1963, Mandela e mais sete companheiros são condenados à prisão perpétua, sob a acusação de sabotagem. Permanece até 1981, na prisão de "RobbenIsland", depois é transferido para Pollsmoor.  

Durante os 28 anos que permaneceu na prisão, as pressões internacionais contra o regime de Apartheid e a luta dos negros na África do Sul aumentaram.  

Para evitar maiores distúrbios internos e sanções econômicas internacionais, o presidente da África do Sul, Frederick de Klerk, assumiu a responsabilidade pelas reformas tão esperadas por Mandela e seu povo.

No início de 1990, Mandela é libertado, o CNA volta a legalidade e algumas leis racistas foram revogadas.  

Em 1993, Nelson Mandela e Frederick de Klerk receberam o Prêmio Nobel da Paz.

Nas eleições democráticas de 1994, Mandela foi eleito o primeiro presidente negro da África do Sul, com o slogan "vida melhor para todos" e o CNA obteve cerca de 60% dos votos. Permaneceu no governo até as eleições de 1999. 


Roteiro de trabalho
Durante o projeto serão apresentados os filmes: Invictus, A Luta pela liberdade e Viva Mandela.

A culminância será no dia 17/05/2014, às 18:30 horas no dia 16/05/2014, com término previsto para às 21:00 horas.





Lançamento do livro de Contos e Poesias
Será lançado um livro eletrônico/impresso com as poesias cujo tema é o tráfico humano segregação racial.


Apresentação de músicas e vídeos
Teremos apresentação de músicas sobre o tema e vídeos produzidos pelos alunos, além de exposição de trabalhos escritos.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Antes que o mundo acabe - o filme



Um adolescente de classe média, Daniel, vive numa pequena cidade brasileira com a mãe, a irmã e o marido da mãe. Ele não conhece o seu pai biológico. Tem com a namorada, Mim, um relacionamento que não o faz se sentir nem um pouco seguro. Mim é uma garota autônoma, tem seus planos, sua banda, e não sabe se deseja ser “namorada”. O melhor amigo de Daniel é Lucas.
Mim, Lucas e Daniel estudam no Colégio Santa Bárbara, uma escola de padres que só vai até a oitava série. Quando terminar o ano os três têm que fazer suas primeiras escolhas: onde continuar estudando, ir para uma escola pública, estudar numa cidade grande para ter melhores oportunidades ou fazer o seminário, que é de graça?

Lucas estuda no Santa Bárbara por meio de uma bolsa de estudos e no momento em que a história começa, Lucas é o principal suspeito de um roubo que ocorreu no laboratório da escola. Daniel tenta ajudar a desfazer o engano, mas não consegue. Mim briga com Daniel. Lucas começa a namorar Mim. Maria Clara, a irmã pequena, sempre atenta, observa os personagens que passam pela sala de estar onde se encontra durante todo o filme. Ninguém lhe dá importância, mas é ela quem consegue olhar de fora, narrar e criticar esta história. O que deixa Daniel ainda mais irritado. 

E, enquanto se vê completamente enredado por questões que para ele já parecem constituir um sistema suficientemente problemático, Daniel encontra algo novo: um envelope. É uma carta de seu pai biológico. Este é o novo fator desconhecido a ser enfrentado por Daniel, somado a todos os problemas que já parecem ser suficientes para ver seu mundo desmoronando. 

Após resistência inicial, Daniel lê o que o seu pai tem para dizer. Descobre que o pai é fotógrafo, que envia a ele cartas e fotos. Ele fica sabendo dos motivos que levaram o seu pai a não conviver com a família, fica sabendo que o pai foi fotógrafo correspondente de guerra, e que agora pertence a uma entidade internacional que se chama Antes que o Mundo Acabe. Uma entidade que se dedica a registrar e documentar as diferentes culturas do mundo que estão sofrendo o risco de desaparecer, sob o impacto da globalização acelerada.  

Através das cartas o pai se apresenta e se justifica diante do filho e do mundo. O filho, após um período de dúvidas sobre o que fazer, passa a responder ao pai, mas da mesma forma: através de fotos. Daniel passa a olhar ao seu redor. Desse olhar surge uma percepção mais intensa do que o cerca. Ele transforma esse olhar em fotografias, que envia ao pai, e assim se constrói o diálogo dos dois, a partir de fotos tiradas por cada um, e que retratam as suas realidades.

Ao mesmo tempo, as crises que existiam no pequeno mundo de Daniel se intensificam. Lucas é expulso da escola, por conta do que acreditam que ele fez. Mim, a namorada ou ex-namorada, não sabe se quer ficar com Daniel ou com Lucas. 
E, em meio a todas essas questões, Daniel é chamado a realizar suas primeiras escolhas adultas, agora, mais atento, mais lúcido e mais crítico sobre o enorme mundo que o cerca. 
ANTES QUE O MUNDO ACABE é uma história de um reencontro de um pai com um filho, é história de um rito de passagem, é a história da descoberta de que o mundo é muito maior do que a gente pensa, principalmente quando somos adolescentes.

Atividades...
Você que assistiu ao filme e também leu esse resumo do mesmo, agora é hora de você expor suas ideias em relação ao tema abordado.
1) Escolha um dos conflitos vivenciados por Daniel e elabore um texto explicando o que você faria se fosse ele.Utilize a caixa de comentários deste blog, ao término coloque o seu nome e turma. 

2) Imagine você sendo um fotógrafo como o Daniel, escolha uma foto/imagem que faça um pequeno texto sobre o que ela(a foto/imagem) representa para você. Esta foto que você escolherá, fará parte de uma exposição na escola.

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Para finalizar reflita, sobre as 10 dicas para você pensar bem sobre suas atitudes...



Dicas para você ser um ótimo adolescente na escola
1° Dica : Sempre antes de você ir para escola estude,pelo menos um pouco...
2°Dica: Nada de conversar com seus colegas dentro da sala de aula antes de terminar as lições...
3°Dica: Sempre respeite o professor mesmo quando ele for chato, o comprienda colocando-se no lugar dele...
4° Dica:Sempre faça suas lições de casa...
5° Dica: Não falte muito na escola só falte se for importante mesmo porque hoje você pode ter preguiça de estudar e acha que não vale nada mais la na frente você ira ver todos os seus amigos cursando faculdades e trabalhando em ótimas empresas enquanto você trabalha de auxiliar de limpeza( Sem desvalorizar as tias da limpeza pois também é um trabalho honesto e ótimo...
6°Dica:Sempre respeite as regras da escola...
7°Dica:Não vá na cabeça de seus amigos quando eles te chamarem para bagunçar (pois quem vai na cabeça dos outros e piolho)...
8°Dica:Ajude seus amigos...
9°Dica:Não brigue na escola com seus amigos e colegas pois violência gera violência...
10°Dica:Por favor obedeça seus pais (Pois eles querem o melhor pra você,obedeça os professores e o pessoal da escola pois todo mundo gosta de respeito aposto que até você,e obedeça as regras acima tá ok...




segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Após estar adormecido por um tempo, estou de volta!
Aguardem novas postagens...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Aula de 11/04/2011

Aula de 04/04/2011
Consultando em Tabelas no Access

Ao trabalhar com consultas, você deve ter em mente as perguntas para as quais deseja que os dados forneçam respostas. Quanto mais bem formulada a pergunta, mais precisa poderá ser a consulta.

Na aula de hoje, vamos desenvolver consultas em tabelas. Utilizaremos o banco de dados criado na aula anterior, que é o banco de dados Escola.mdb.

Na janela do banco de dados, clique em Objetos --> Consultas

Da mesma forma que ocorre com formulários e relatórios, o Access oferece duas maneiras básicas de criar consultas: usando um assistente e no modo Design.

O assistente, também conhecido como Assistente de Consulta Simples, configura rapidamente a estrutura da consulta definindo alguns itens para você.

No modo Design, você tem controle total ao criar uma consulta. Você arrasta os campos desejados até uma grade e insere os critérios para a seleção dos dados a serem recuperados.

Você também pode criar a consulta usando o assistente e, depois, refiná-la no modo Design para obter apenas os resultados necessários.

O Assistente de Consulta Simples começa solicitando que você selecione os campos desejados do banco de dados. Você pode selecionar campos de tabelas, bem como campos de consultas preexistentes.

Por exemplo, se você estiver recuperando uma lista de alunos de uma tabela Tab_ALUNO, o assistente solicitará que escolha os campos a serem incluídos na consulta, como o nome, turma.

O assistente também permite agrupar e resumir dados, o que não é necessário em consultas simples, mas pode ser útil na análise de conjuntos de registros mais complexos.

Depois que você criar a consulta, o assistente poderá executá-la ou poderá abrir o modo Design. Nesse modo, você poderá especificar critérios para refinar a consulta.

No modo Design, o primeiro passo é escolher as tabelas ou as consultas existentes que contêm os campos que você deseja usar.

Depois que adicionar os campos, você poderá especificar os critérios e outras configurações, como se deseja ou não classificar os resultados.

Observação Você poderá alterar os campos usados em uma consulta depois que fizer a seleção original. Quer você crie a consulta com o assistente ou no modo Design, testá-la no modo Design lhe permitirá ajustá-la com facilidade caso não obtenha os resultados desejados.

Salve esta consulta como Consulta 1
Crie outra consulta mostrando apenas o nome do aluno e a data de nascimento. Salve como consulta 2.
Crie outra consulta mostrando o nome do aluno e dos responsáveis. Salve a consulta como consulta3

domingo, 3 de abril de 2011

Aula de BD do dia 04/04/2011 --> Turma INFO II - 01

Aula de 04/04/2011

Relacionando Tabelas no Access

Na aula de hoje, vamos relacionar duas tabelas, simulando um Controle de Matrículas. Para tanto, vamos criar duas tabelas:

1)Clique em Iniciar  Programas  Microsoft Access
2) Clique em Banco de dados em branco.
3)Salve o banco de dados com o nome de Escola
4)Vamos clicar em Tabelas  Criar tabela
A tabela terá os seguinte campos:
Matricula, texto, 8
Nome, texto, 50
Data de nascimento, data/hora
Sexo,texto,1
Natural,texto,20
Nacionalidade,texto,20
Pai, texto, 50
Mãe, texto,50
Endereço completo, texto, 50
Bairro,texto,20
Cidade, texto,20
Estado,texto,2
Telefone,texto,20
Turma,texto,7
5) Defina o campo matricula como chave primaria. Salve a tabela com o nome de tab_aluno.
6) Clique novamente em Tabelas Criar tabela. Esta tabela conterá as turmas existentes na escola.
Turma,texto,7
7) Defina o campo turma como chave primária.
8) Salve da tabela com o nome de tab_turma

9)Clique em Ferramentas de Banco de Dados Relações
10) Insira as duas tabelas criadas, tab_aluno e tab_turma
11) Clique no campo turma da tabela tab_turma e arraste com o mouse até o campo turma da tabela tab_aluno.
11) Selecione a opção de referência um – para – muitos e clique em ok.

12) Agora vamos para os formulários pra a inserção de dados. Clique em Formulários Criar formulário pelo assistente. Escolha a tabela tab_turma. Salve o formulário como Form_turma

13) Repita o procedimento agora escolhendo a tabela tab_aluno e salve o formulário como Form_aluno.

14) De um duplo clique no formulário Form_turma e insira duas registros, podendo ser por exemplo, INFOII-01 e INFOI-02. Feche o formulário
15) Clique no formulário Form_aluno e Clique com o botão direito do mouse sobre o formulárioe selecione o modo desing.
16) Vá até o campo Turma e clique com o botão direito do mouse, selecionando a opção Alterar para ... escoha Caixa de Combinação.
17) Clique novamente com o botão direito do mouse sobre o campo turma, que agora passou a ser uma caixa de combinação e selecione propriedades. Abrirá uma janela com as propriedades deste campo. Selecione opção dados. 18) Vá até o item origem da linha e escolha a tabela turma.

Pronto, suas tabelas estarão relacionadas, onde basta clicar no formulário o campo turma, que ele mostrará todas as turmas cadastradas na tabela tab_turma.

19) Crie um relatório que mostre todos os dados do aluno matriculado.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ser professor....

Ser professor é ...
Ser transmissor de verdades,
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Buscando se auto-realizar,
Atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...
Esse é o valor de ser professor.

domingo, 4 de julho de 2010

O professor e as novas tecnologias: em especial o uso do computador

Hoje, nós vivemos num mundo dominado pela informação e por processos
que ocorrem de maneira muito rápida e imperceptível. Segundo Vitale (1991), muitas vezes a relação do homem com o computador é difícil. Esta dificuldade nasce, em particular, da especificidade do computador, isto é, do fato de que não é propriamente uma máquina , no sentido familiar. Para usar um telefone, um aparelho de televisão, basta ligar e desligar, sem maiores indagações sobre o seu funcionamento. Com o computador, porém, é diferente, é preciso dar comandos e saber interpretá-los.

As tecnologias fazem parte do nosso cotidiano, elas também chegam nas
escolas, mas apesar disto não são feitos tantos questionamentos quanto os que são feitos com relação às tecnologias mais antigas. O humano não se questiona muito sobre ela, apenas se posiciona dizendo que é bom ou ruim, não fazendo análise sobre tal tecnologia, para colocá-la no cotidiano como um objeto naturalizado.

Pelas análises dos dados desta pesquisa existe uma relação com tecnologias
anteriores pela resistência da informática: 48% dos sujeitos demonstram resistência ao uso do computador; 30% não tem conhecimento, 18% tiveram na sua história um relacionamento dificultado. Os sujeitos que demonstram resistência quanto ao uso do caixa eletrônico do banco não usam o computador ou fazem uso com muita dominarem estas tecnologias. Sentem-se também de certo modo incomodados quando são abordados por assuntos que ainda lhes são artificiais como no caso do caixa eletrônico e do computador. Quanto ao uso do televisor e do videocassete todos relataram com a maior naturalidade. Percebe-se assim que são tecnologias que estão em contato a mais tempo, sendo que o caixa eletrônico de banco e computador são mais recentes e exigem maiores conhecimentos.

Dos sujeitos entrevistados, todos pretendem utilizar a informática na sua
prática docente, mas justificam que necessitam ser orientados para tanto, alegando não terem conhecimento de como se sucederá o uso de informática como ferramenta pedagógica, achando que para fazer uso do laboratório, os alunos deverão ter primeiramente as noções básicas dos aplicativos de informáticas, isto é, saber o básico de informática e o professor ter um software de sua disciplina....

Segundo Oliveira (1999), a capacitação do corpo docente deve ser prioridade, quando da introdução dos computadores na informática educativa , uma vez que a escola quando comprometida com um determinado ideal de indivíduo, de educação e sociedade, toda a ação precisa estar direcionada para este fim comum, construído participativamente pela comunidade educativa (pais, alunos, professores, direção).
Computadores e programas devem ser objetos que ajudam a construir indivíduos.

Se a prática de uma escola não inclui a formação do indivíduo do processo de conhecimento, não será a introdução de computadores que fará isto. A escola usará os computadores apenas como forma mais sofisticada de apresentar informações, o que está bastante longe de ser um processo de construção do conhecimento.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O amor e a Matemática

A matemática é como uma pessoa inteligente,
Quando pensamos que estamos certos,
Ela nos surpreende com sua infinitude,
Mesmo que estejamos realmente corretos...

Ainda assim, não nos sentiremos tão seguros,
Dado a sua imensa complexidade.

Você, decerto já passou por isso,
Sentindo aquela sensação de vitória,
Aquela mesma que nos invade quando
Acertamos uma questão que julgávamos
Incapazes de solucioná-la.

É a realização do sonho sorrindo.

E quando brigamos com a pessoa amada...
Sentimos um intenso vazio que só se compara
Àquela terrível impressão de impotência,
Por não termos resolvido tão instigante desafio.

Mesmo exaustos, não desistimos,
Pois acreditamos no infalível poder de que pensar
É mais forte do que qualquer problema.

O verdadeiro matemático é tão sensível quanto
Um sentimento que se complica.

Assim é a matemática, é mais fácil explicá-la,
Do que amá-la, mas uma vez amando-a,
Tudo tornar-se compreensão, como se fosse uma
Inesperada história de amor, ternura e superação.

Razek Seravhat

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Comprar a prazo ou à vista com desconto?

Clique no link acima para ler um problema que convivemos diariamente, comprar a prazo ou a vista com desconto.

Não deixe de fazer o seu comentário....

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Progressões Aritméticas e Geométricas - História e aplicações

Prezado(a) aluno(a), clique no título acima para ter acesso ao texto para que você possa responder a atividade proposta.

Qualquer dúvida entre em contato por e-mail ou msn: professorvitorio@yahoo.com.br

segunda-feira, 1 de março de 2010

TECNOLOGIA APLICADA À EDUCAÇÃO

TECNOLOGIA NA ESCOLA: POR QUÊ?

Instituições educacionais não existem no vácuo. Elas são influenciadas pelos eventos sociais que constantemente ocorrem em torno delas. Os recentes avanחos no ambiente de trabalho, o crescente retorno dos adultos ao ambiente educacional - formados pela necessidade de educação continuada e as tendências econômicas estão forçando as instituições educacionais a mudarem.
(TREUHAFT Jack, Changes in Education¬www.algonquincollege.com/edtech/change.html)

É dentro da perspectiva do inter-relacionamento escola-sociedade, das mudanças sociais e da necessidade de a escola ajustar-se a elas que entende¬mos o importante papel que a tecnologia e, em especial, as tecnologias da informação e comunicação tem a desempenhar na estruturação de uma educação sintonizada com as demandas mais atuais.

É preciso revisitar o passado para entender o presente e vislumbrar o futuro das íntimas relações existentes entre sociedade, tecnologia e escola. No excelente livro As Tecnologias da Inteligência, Pierre Levy, um dos principais estudiosos dos impactos sociológicos das novas tecnologias, apresenta-nos um amplo cenário das transformações por que pas¬sou a humanidade, desde os seus primórdios, e que serve de pano de fundo para esta introdução.

A sociedade humana já foi ORAL. Naquele tempo, a tecnologia para preservação e transmissão do conhecimento e da cultura era a palavra, e a metodologia, a repetição. Sentados ao redor da fogueira, os membros da tribo escutavam histórias, repetidas ad infinitum pelos anciãos. Se fossemos representar graficamente a sociedade oral, o melhor símbolo seria o círculo. O conhecimento existente - as tradições e os mitos - circulavam conti¬nuamente através da repetições.

Chegou o tempo da sociedade ESCRITA. Com a possibilidade de se registrarem os fatos, podia-se avançar, uma vez que a memória mítica não corria mais o risco de se perder, por estar definitivamente gravada. A escrita passa a ser o instrumento tecnológico para a preservação e transmissão do conhecimento, e a linha, a linearidade e a cronolo¬gia - uma coisa depois da outra - passaram a ser a metodologia.

Entramos, em seguida, na era DIGITAL. Pela transformação de átomos em bits, a capacidade de armazenamento de informações multiplicou-se astronomicamente. A quantidade de conhecimento produzido dobra em espaços cada vez mais curtos de tempo. As gerações mais novas passam a raciocinar hipertextualmente, confrontando explicitamente a lógica tradicional, a linearidade e a cartesiana. Paralelamente, descobre-se que as pessoas aprendem de formas diferentes – os aprendizes podem ser auditivos, visuais ou cinestésica e que há múltiplas formas de ser inteligente. - o advento da Internet - a rede que interliga os computadores mundiais - os depósitos de informação transformam-se em vasos comunicantes.


Diferentemente do que ocorria nas duas formas anteriores de sociedade, na sociedade digita mais se espera que as pessoas sejam capazes de apenas memorizar e reproduzir textualmente informações que Ihes foram passadas através palavras e da escrita. Até porque, no passado era possível guardar na memória o acervo informacional, pois a quantidade de informações crescia aritmeticamente. Nos últimos 50 anos, vivemos um verdadeiro big-bang informacional, em que o crescimento da quantidade de informação se dá exponencialmente.

Depois de passar pela sociedade agrária e pela sociedade industrial, encontramo-nos hoje na socie¬dade do conhecimento, em que o grande gerador de riqueza passa a ser o próprio conhecimento em substituição à terra e ao capital, molas propulsoras dos dois modelos anteriores de sociedade.

Muitas são as definições possíveis de conhecimento, mas a que nos parece mais adequada contexto educacional, é a que o coloca como “Informação transformada em capacidade de ação efetiva” (European KM Forum), ou seja, a capacidade de aplicar a informação a um trabalho ou a resultado específico. O conhecimento tem, porta por matéria-prima a informação (trabalhada, significada e transformada em ação, e esta é sua vez, o fruto da combinação significativa de dados (nesta perspectiva, preferimos, por mais abrangente, a denominação sociedade do conhecimento e não sociedade da informação, como a era atual é também conhecida).

Em sua formulação dos Códigos Modernidade, o grande educador Colômbia Bernardo Toro destaca, entre as capacidades e (Competências mínimas para a participação produtiva século XXI: capacidade para localizar, acessar e melhor a informação acumulada.

Num futuro bem próximo, não será possível ingressar no mercado de trabalho sem saber localizar dados, pessoas, experiências e, principalmente sem saber como usar essa informação para resolver problemas. Será necessário consultar rotineiramente bibliotecas, hemerotecas, videotecas, centros de informação e documentação, museus, publicações especializadas e redes eletrônicas.
(in: http://www.escola2000.org.br/pesquise/texto/textos_art.aspx?id=2)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Administrar o tempo é planejar a vida

Geralmente quem escreve sobre administração do tempo não o faz porque seja especialista na questão, mas, sim, porque quer aprender mais sobre o assunto. Pelo menos foi esse o meu caso. Vou relatar aqui algumas de minhas descobertas, como roteiro para a leitura do quarto texto.

1) Administrar o tempo não é uma questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade: é uma questão de saber definir prioridades. Provavelmente (numa sociedade complexa como a nossa), NUNCA vamos ter tempo para fazer tudo o que precisamos e desejamos fazer. Saber administrar o tempo é ter clareza cristalina sobre o que, para nós, é mais prioritário, dentre as várias coisas que precisamos e desejamos fazer e tomar providências para que essas coisas mais prioritárias sejam feitas, sabendo que as outras provavelmente nunca vão ser feitas (mas tudo bem: elas não são prioritárias).

2) Dentre as coisas que vamos listar como prioritárias, algumas estarão ali porque nos são importantes, outras porque são urgentes. Imagino que algo que não é NEM importante NEM urgente não estará na lista de ninguém. E também sei que na lista de todo mundo haverá coisas que são IMPORTANTES E URGENTES. Não resta a menor dúvida de que estas coisas devem ser feitas imediatamente, ou, pelo menos, na primeira oportunidade. Poucas pessoas questionarão isso. O problema surge com coisas que consideramos importantes, mas não urgentes, e com coisas que são urgentes, mas às quais não damos muita importância.

3) Digamos que você considere importante ficar mais tempo com sua família. Por outro lado, você tem que trabalhar x horas por dia. Se o seu trabalho é mais importante do que ficar com a sua família, o problema está resolvido: você rabalha, mesmo que isso prejudique a convivência familiar. Mas e se o trabalho não é mais importante para você do que a convivência familiar? Neste caso, provavelmente o trabalho é urgente, no sentido de que tem que ser feito, pois doutra forma você vai ser despedido (ou perder clientes, se for autônomo ou empresário) e vai ter dificuldades para manter sua família (embora, sem trabalho, provavelmente vai poder passar mais tempo com ela…). Aqui o conflito é entre o importante e o urgente e é aí que a maior parte de nós se perde, e por uma razão muito simples: algumas das tarefas que temos que realizar não são selecionadas por nós, mas nos são impostas. Isto é: não somos donos de todo o nosso tempo. Não temos, em relação ao nosso
tempo, toda a autonomia que gostaríamos de ter. Quando aceitamos um emprego, estamos,na realidade, nos comprometendo a ceder a outrem o nosso tempo (e, também, o nosso esforço, a nossa capacidade, o nosso conhecimento, etc.). Este é um problema real e de solução difícil: não somos donos de boa parte de nosso tempo.

4) Acontece, porém, que geralmente usamos mal o tempo que dedicamos ao trabalho (e, por isso, temos que fazer hora extra ou trazemos trabalho para casa), ou mesmo o tempo quepassamos em casa. Usar mal QUER DIZER que muitas vezes usamos o nosso tempo para fazer o que não é nem importante nem urgente, mas apenas algo que sempre fizemos, pela força do hábito. Alguém me disse, quando eu era criança, que a gente nunca deveria abandonar a leitura de um livro, por pior que ele fosse. Que bobagem! Mas quanto tempo desperdicei terminando de ler coisa que de nada me serviu por causa desse conselho! Uma vez me peguei dizendo à minha família que não poderia fazer algo (não me lembro o quê)domingo de manhã porque precisava ler os jornais. Eu lia, religiosamente, a Folha e o Estado aos domingos de manhã (sinto muito, folks: há tempo que não freqüento escola dominical). Lia por hábito. Achava que um professor tem que se manter informado. Mas quando disse que "precisava" ler os jornais me dei conta de que realmente não precisava lêlos.
O que é de pior que poderia me acontecer se eu não lesse os jornais, me perguntei. NADA, foi a resposta que tive honestamente que dar. Se houver algo importante nos jornais provavelmente fico sabendo no noticiário da TV, ou na VEJA. Mas daí me perguntei: e preciso ler a VEJA todas as semanas? Resposta: não. Existe algo que eu prefiro ler/fazer naquelas manhãs de domingo que ganhei? Claro, muitas coisas PARA
AS QUAIS EU ANTES NÃO TINHA TEMPO. Ganhei as horas dos jornais, ganhei as horas da VEJA, fui ganhando uma horinha aqui outra ali, para as coisas que eu realmente queria fazer há muito tempo e não achava tempo…

5) Administrar o tempo é ganhar autonomia sobre a sua vida, não é ficar escravo do relógio. É uma batalha constante, que tem que ser ganha todo dia. Se você quer ter a autonomia de decidir passar mais tempo com a família, ou sem fazer nada, você tem que ganhar esse tempo deixando de fazer outras coisas que são menos importantes para você. Em última instância pode ser que você até tenha que, eventualmente, arrumar um outro emprego ou uma outra ocupação.

6) O tempo é distribuído entre as pessoas de forma bem mais democrática que muitos dos outros recursos de que nós dependemos (como, por exemplo, a inteligência). Todos os dias cada um de nós recebe exatamente 24 horas (a menos que seja o último dia de nossas vidas): nem mais, nem menos. Rico não recebe mais do que pobre, professor universitário não recebe mais do que analfabeto, executivo não recebe mais do que operário. Entretanto, apesar desse igualitarismo, uns conseguem realizar uma grande quantidade de coisas num dia outros, ao final do dia, têm o sentimento de que o dia acabou e não fizeram nada. A diferença é que os primeiros percebem que o tempo, apesar de democraticamente distribuído, é um recurso altamente perecível. Um dia perdido hoje (perdido no sentido de que não realizei nele o que precisaria ou desejaria realizar) não é recuperado depois: é perdido para sempre.

7) Há os que afirmam, hoje, que o recurso mais escasso na nossa sociedade não é dinheiro,não são matérias primas, não é energia, não é nem mesmo inteligência: é tempo. Mas tempo se ganha, ou se faz, deixando de fazer coisas que não são nem importantes nem urgentes e sabendo priorizar aquelas que são importantes e/ou urgentes.

8) Quem tem tempo não é quem não faz nada: é quem consegue administrar o tempo que
tem de modo a poder fazer aquilo que quer.

9) Por outro lado, ser produtivo não é equivalente a estar ocupado. Há muitas pessoas que estão o tempo todo ocupadas exatamente porque são improdutivas não
sabem onde concentrar seus esforços e, por isso, ciscam aqui, ciscam ali, mas nunca produzem nada.
Ser produtivo é, em primeiro lugar, saber administrar o tempo, ter sentido de direção, saber aonde se vai.

10) Administrar o tempo, em última instância, é planejar estrategicamente a nossa vida. Para isso, precisamos, em primeiro lugar, saber aonde queremos chegar (definição de objetivos).
Onde quero estar, o que quero ser, daqui a 5, 10, 25, 50 anos? O segundo passo é começar a estrategiar: transformar objetivos em metas (com prazos e quantificações) e decidir, em linhas gerais, como as metas serão alcançadas. O terceiro passo é criar planos táticos: explorar as alternativas específicas disponíveis para se chegar aonde queremos chegar, escolher fontes de financiamento (emprego, em geral, é fonte de financiamento), etc. Em quarto lugar, fazer o que tem que ser feito. Durante todo o processo, precisamos estar constantemente avaliando os meios que estamos usando, para verificar se estão nos levando mais perto de onde queremos vamos querer estar ao final do processo. Se não, troquemos de meios (procuremos outro emprego, por exemplo).

11) Mas tudo começa com uma verdade tão simples que parece uma platitude: se você não sabe aonde quer chegar, provavelmente nunca vai chegar lá por mais tempo que tenha.

12) Quando o nosso tempo termina, acaba a nossa vida. Não há maneira de obter mais. Por isso, tempo é vida. Quem administra o tempo ganha vida, mesmo vivendo o mesmo tempo.
Prolongar a duração de nossa vida não é algo sobre o qual tenhamos muito controle.
Aumentar a nossa vida ganhando tempo dentro da duração que ela tem é algo, porém, que está ao alcance de todos. Basta um pouco de esforço e determinação.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Chaves, Eduardo O.C. Disponível em http://www.chaves.com.br/TEXTSELF/MISC/timemgt2.htm.
Acesso em 22/06/2009.
(*) Este texto é um resumo do artigo "Administração do Tempo" escrito em 1992 pelo autor feito pelo autor (Chaves, Eduardo O.C.) O texto completo deste artigo está disponível em http://www.chaves.com.br/textself/misc/timemgt.htm Acesso em 22/06/2009

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O que é web 1.0, web 2.0, web 3.0 e web semântica?

O que é web 1.0, web 2.0, web 3.0 e web semântica?

O termo Web 3.0 foi empregado pela primeira vez pelo jornalista John Markoff, num artigo do New York Times e logo incorporado e rejeitado com igual ardor pela comunidade virtual. A principal reação vem da blogosfera. Nos diários virtuais de especialistas detratores, a crítica mais comum é a de que Web 3.0 nada mais é do que a tentativa de incutir nos internautas um termo de fácil assimilação para definir algo que ainda nem existe. Aliás, críticas idênticas já se fazem à Web 2.0.

A Web 3.0 propõe-se a ser, num período de cinco a dez anos, a terceira geração da Internet. A primeira, Web 1.0, foi a implantação e popularização da rede em si; a Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, centrada nos mecanismos de busca como Google e nos sites de colaboração do internauta, como Wikipedia, YouTube e os sites de relacionamento social, como o Facebook. A Web 3.0 pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet.

Esta inovação está focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário. Pesquisa-se a convergência de várias tecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmo tempo, num grande salto de sinergia. Banda larga, acesso móvel à internet, e a tecnologia de rede semântica, todos utilizados juntos, de maneira inteligente e atingindo a maturidade ao mesmo tempo.

Assim, se passaria da World Wide Web (rede mundial) para World Wide Database (base de dados mundial), de um mar de documentos para um mar de dados. Quando isso começar a acontecer de forma mais intensa, o próximo passo, num prazo de cinco a dez anos, será o desenvolvimento de programas que entendam como fazer melhor uso desses dados.

Adicionada a capacidade da semântica a um site, ele será mais eficiente. Ao se pesquisar algo, se terá respostas mais precisas. O usuário poderá fazer perguntas ao seu programa e ele será capaz de ajudá-lo de forma mais eficente, entender mais sua necessidade. O conceito de ”rede semântica”, proposto pelo inglês Tim Berners-Lee, tem entre seus gurus Daniel Gruhl, um Ph.D. em engenharia eletrônica do MIT, é especializado em "compreensão das máquinas", e o misterioso Nova Spivack, que não revela muito sobre si, nem o nome verdadeiro, e se autodefine como empresário da alta tecnologia.

Um mecanismo de busca como o Google permite que o usuário pesquise o conteúdo de cada página,: se indicar o nome de um ator ou de um filme, todos os dados sobre este ator ou este filme aparecerão na tela. Poderá ainda utilizar a "busca avançada" para restringir um pouco mais os resultados. Mas se este usuário não se lembrar do nome do ator ou do filme, dificilmente encontrará meios de localizá-los. A Web 3.0 organizará e agrupará essas páginas, por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta.. Por exemplo: todos os filmes policiais, que tenham cenas de perseguição de carros, produzidos nos últimos cinco anos etc.

Algumas empresas do Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, desenvolvem trabalhos nesse sentido, destacando-se o Almaden IBM Research Center, a Metaweb e a Radar Networks (de Nova Spivack). No Brasil, na PUC-Rio estão desenvolvendo trabalhos pioneiros para a Web 3.0 com ênfase na língua portuguesa. Paralelamente, estão em curso inúmeros projetos académicos. E circula na comunidade da informática que em futuro próximo surgirão novidades nesse campo na Yahoo e no Skype.

A Web Semântica é nada mais nada menos, que uma web com toda sua informação organizada de forma que não somente seres humanos possam entendê-la, mas principalmente máquinas. Disse principalmente máquinas, porque elas nos ajudarão, de fato, em tarefas que hoje, invariávelmente temos que fazer manualmente.

Imagine a situação abaixo e entenda melhor: Você precisa fazer uma viagem as pressas para a Tailândia, então você pede ao computador encontrar uma companhia aérea que siga as seguintes restrições: que tenha um voo para a manhã seguinte na classe econômica e seja a companhia com o preço mais barato. O computador, em poucos momentos lhe fornece o resultado da busca com a companhia que melhor se encaixa nas medidas impostas. Depois disso, você apenas tem o trabalho de reservar seu lugar.

A Web Semântica é uma evolução da nossa web atual.Com as informações devidamente organizadas, fica fácil de criar sistemas e robôs de busca mais inteligentes e ágeis.

A nossa web de hoje, é uma web que apenas humanos entendem as informações disponíveis. Com a Web Semântica, as máquinas compreenderão essas informações e assim, poderão nos auxiliar em tarefas corriqueiras, que antes eram feitas manualmente.

Atualmente é extremamente complexo fazer um sistema que leia e entenda de maneira sensata qualquer informação que a web provê.

A Web Semântica incorpora significado às informações da web. Isso proporciona um ambiente onde máquinas e usuários trabalhem em conjunto. Tendo cada tipo de informação devidamente identificada, fica fácil para os sistemas encontrarem informações mais precisas sobre um determinado assunto.

Então, o ambiente de que estamos falando, terá informações devidamente identificáveis, que sistemas personalisados possam manipular, compartilhar e reusar de forma prática, as informações providas pela Web.
Tente imaginar como o Google seria mais preciso em suas buscas se toda a informação da web estivesse organizada de uma maneira sensata.
Ou o que os calendários como do Yahoo! poderiam fazer se você agendasse uma viagem: 2 dias antes – ou no momento que desejar – ele te avisaria que as passagens da companhia aérea que você usa freqüentemente já foram compradas e sua reserva já foi efetuada no hotel que você costuma ficar quando visita aquele determinado local.